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Vacina da Gripe em 2019

29 Mai 2019

A primeira vacina que se tem conhecimento foi criada no século XVIII por Edward Jenner. De lá para cá, as vacinas têm sido muito utilizadas como uma maneira bastante eficaz para se evitar doenças.


No Brasil, muitas doenças deixaram de circular devido a vacinação em massa da população. O calendário básico de vacinação do SUS – Sistema Único de Saúde – é bastante abrangente e tem sido ampliado nos últimos anos

Em 2019, comemoram-se os 20 anos do início das campanhas de vacinação contra o vírus da gripe (Influenza), realizadas pelo Ministério da Saúde. Ao longo das duas décadas, muita coisa mudou: a quantidade de pessoas que integram o público-alvo da vacina só cresceu, bem como o número de doses oferecidas e as cepas de vírus utilizadas na fabricação do produto. A principal mudança em relação a 2018 é a ampliação do limite de idade no público infantil. Até o ano passado, o imunizante era aplicado apenas nas crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. Já em 2019, aquelas com até 6 anos incompletos podem tomar sua dose nos postos de saúde.

Todas as pessoas podem tomar a vacina, inclusive gestantes e imunodeficientes. A vacina é fabricada com fragmentos do vírus e, portanto, é incapaz de provocar a doença.

A vacinação é prioritária para alguns grupos de pessoas como indivíduos com mais de 60 anos, professores de escolas públicas, portadores de doenças crônicas, etc. O mais importante é que todos sejam vacinados, especialmente os indivíduos destes grupos, pois estão mais vulneráveis a infecções graves, a disseminação do vírus e até a morte.

No entanto, é recomendável que você adie a sua imunização caso esteja com sintomas de gripe ou quaisquer outros sintomas de infecção.
Calma! É preciso uma explicação para que não tenhamos pânico!
Quem eventualmente esteja apresentando febre, dores musculares, indisposição, desarranjos intestinais e outros sintomas semelhantes, deve adiar por alguns dias a vacinação, pois apesar da eficácia da vacinação, mesmo com estes sintomas, ficaria complicado para o médico saber se o quadro tem relação ou não com os efeitos colaterais da vacina, podendo mascarar o agravamento de uma infecção iniciada antes da vacinação.

Pessoas que possuem alergia a ovo, podem apresentar reações alérgicas após a vacinação e, portanto, devem ser vacinadas em serviços de saúde apropriados para eventuais intercorrências.

Sobre os eventos adversos, a picada pode causar, no máximo, uma pequena reação inflamatória no local da injeção. Sobre relatos de pessoas que ficam com os sintomas clássicos de febre, dores no corpo, coriza e cansaço logo após a aplicação, a explicação é simples: a vacina demora de duas a três semanas para surtir efeito. Nesse período, o risco de infecção se mantém em alta. Além disso, os sintomas mencionados anteriormente podem ser causados por outros agentes microscópicos, como aqueles que causam o resfriado comum.

Não corra riscos, mantenha suas vacinas e a de seus filhos sempre em dia. Procure o posto de saúde mais próximo de sua casa e proteja-se. A prevenção é o melhor remédio!

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